Musics...

14 de dezembro de 2011



Tirar a Mascara porque???
Um dos momentos mais dificeis na vida de muitas pessoas é quando se descobrem como seres humanos, imperfeitos, impuros é principalmente que sao capazes de sangrar e chorar ao menor toque, ou dor.
Muitas vezes diz-se dessas pessoas "impuras", como falsos. Mais analisando bem a fundo percebemos que esses sim sao seres humanos reais, capazes de amar e retribuir, capazes de sentir e agir.
Mais e quando esta descoberta parece tarde demais para se tornar uma mudança radical onde todos possam perceber a mudança?
Outra pergunta mais intrigante surge. Essa mudança se faz para alegrar a terceiros ou para se tornar completo?
Dificil entender, né! Mais isso que é ser pessoa, ser humano.
Nao pense que o tipo de mudança que me refiro aqui seja algum tipo de descoberta sexual ou alguma guinada no rumo da vida.
Essa mudança é mais dentro da alma do que no corpo, é um momento onde o individuo para e diz, grita: "Agora chega porra, esse nao sou eu, quero viver o que eu sou de verdade!"
No lado underground da alma uma voz baixa quase imperceptivel fala, pede, implora pra ser revelada, comos e a vida da pessoa fosse um interminavel baile de mascaras.
Te mergundo, me pergundo: "A sua mascara já caiu, o baile chegou a meia noite?"
Se a pergunta for negativa, faça como eu, se analise pois você poderá descobrir que aquela voz que implora por liberdade pode ser o seu eu verdadeiro.
Nao seja preconceituoso consigo mesmo, nao faça da sua vida mais uma historia infeliz onde só os errados que têm a vida torta e vivem na farra podem ser "felizes".
Descubra em si mesmo o verdadeiro sentido das dores e sofrimentos, o menor bloqueio na sua realidade pode ser o fim da sua felicidade.

''Desconheço a Autoria"

Devolve....

2 de dezembro de 2011

Espinhos da Vida...



Os Espinhos da Vida....

Entre os espinhos da vida
E na pobreza eu vivi
Na poeira das estradas
No desconforto cresci
Entre fracos e fortes
Tanto dei como pedi

O mundo foi o meu mestre
Me bateu sem piedade
Apanhei mas aprendi
Sem usar deslealdade
Minha arma o amor
Buscando a felicidade

Criei-me num lar humilde
Às vezes faltava o pão
Devido às dificuldades
Era grande a precisão
E muitas vezes dormi
Sem ter uma refeição

Às vezes pela manhã
Eu tomei café sem bolo
Trabalhei de Sol a Sol
E me chamavam de tolo
Eu sofri sem maldizer
E chorar era o consolo

Nas margens estreitas da vida
Por caminhos tortuosos
Andei em trilhas incertas
Com agentes perigosos
Mesmo andando certo
Sobre olhares duvidosos

Bati em portas fechadas
E a mim não foram abertas
Trilhei diversos caminhos
E por estradas desertas
Só encontrei mãos fechadas
Muitas passadas incertas

Grande fardo de fadigas
Desconforto e sofrimento
Pra uns o mundo sorria
Pra outros um desalento
Muitas vezes angustiado
Eu dormi só, ao relento

Hoje eu estou só
Como o só nasci também
Mas sigo firme a Jesus
O que nasceu em Belém
Única riqueza dos pobres
Pois nasceu pobre também

Mesmo entre espinhos
Vi outros também nascer
Criar-se em meio às rosas
Com açucenas crescer
Entres os espinhos da vida
Vi a vida florescer

Luta sem sofrimento
Não tem valor a vitória
É como vida sem fé
É uma graça inglória
Quem com fé luta e vence
Torna bela a sua história


José Bezerra de Carvalho · Teresina, PI
20/1/2010 · 7 · 1